Inicio esse assunto polemico, porque faco parte deste grupo, pude sentir na pele, o que e ser excluida do meio familiar, simplesmente porque nao querem conviver contigo.
Sei o quanto essa exclusao, nos deixa frustrados, incapazes, insensiveis e muitas vezes egoistas.Gostaria de iniciar contando a minha historia e tambem quero compartilhar a de voces:
Nasci no ano de 1957, no interior de Goias, numa cidade chamada Morrinhos.
Minha mae era copeira em um hotel, tinha na epoca 21 anos, conheceu o homem que veio a ser meu pai, tiveram um caso e o resultado fui eu, nasci, mas ele nao me assumiu, por motivos que ignoro fui adotada por uma familia, onde estive por 15 anos, ate o regresso a minha mae legitima.
Conheci o Pai de sangue com 18 anos, disse ter me procurado por muito tempo, e que a partir daquele momento viveriamos juntos, (eu, ele, esposa e filhos).
Isso nao chegou a acontecer, porque simplesmente recebi uma ligacao e dizia que eu nao era filha dele.
Passaram-se os anos ate que em 2000, criei coragem e fui em busca de uma prova do que ele dizia(apesar de minha mae dizer que ele estava errado, ela nao tinha tido outra pessoa alem dele),Ele concordou com o exame, marquei o laboratorio, paguei o exame(ele e uma pessoa que poderia ter pago o exame inteiro, mas negou) Quando cheguei ao local, la estava ele, paguei o exame, fizemos os testes, despedimos e eu fui embora, ele permaneceu la, porque sera? Em 10 dias chegou o resultado, e para minha surpresa: ele nao era meu pai. Ele nem mesmo se dignou a me chamar para falar do ocorrido. Passou-se o tempo, um ano depois resolvi mudar de Pais, onde vivo ate hoje, continuo intrigada com o resultado daquele exame, conversando com outras pessoas cheguei a conclusao de que esse exame pode ter sido forjado, perdi minha mae faz pouco tempo, e ela confirmou todo o tempo que esse exame estava errado.
Agora, pergunto: Porque fazer esse tipo de coisa com seu proprio sangue, e essa exclusao de quero debater nesse blog.
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